terça-feira, 30 de maio de 2017

♥ O LADO BOM DAS ADVERSIDADES





A adversidade é (ou parece) cruel, desagradável e não nos faz sentir nada bem.

Parece que esta primeira fase é o que todos nós sabemos sobre as adversidades, mas a verdade é que podemos olhar muito mais longe através delas.

Todos nós enfrentamos algum tipo de adversidade em nossas vidas; de fato, talvez você já tenha passado por uma recentemente ou irá passar em breve.

Neste sentido, há pessoas que não suportam as adversidades e outras que, por outro lado, estão tão acostumadas a elas que parecem fazer parte de sua vida cotidiana.

Não se deixe vencer pelas adversidades.

Existe uma coisa que é muito importante ter em conta: a adversidade pode te passar uma fatura emocional se você deixar que ela vença.

Isso é algo comum na vida das pessoas, pelo simples fato de que não temos o controle sobre muitas coisas que acontecem conosco.

Vai depender de como enfrentamos as coisas que fazem bem ou mal ao nosso bem-estar mental.

A verdade é que você pode aprender muito com as adversidades que a vida te apresenta, você só terá que tentar perceber que por trás de cada uma pode haver uma grande oportunidade de aprendizado.

Não é uma boa ideia se esconder das adversidades ou fugir delas.

Mas, como você pode aproveitar tudo o que as adversidades tem para oferecer?

A compreensão profunda do funcionamento do mundo e do seu papel nele.

Cada vez que há uma adversidade na sua vida, você pode criar o hábito de se fazer perguntas acerca dos diferentes pontos de vista de um mesmo fato.

Todas as adversidades vão te ensinar uma lição única e diferente, algo que vai te proporcionar habilidades, graças às quais você vai poder mudar até o seu estilo de vida.

É necessário que você não minta e que seja sincero, pois o que funciona para alguns não tem necessariamente que funcionar para os outros.

Neste sentido, é importante que você use a adversidade como uma oportunidade para se desenvolver mais (pode ser uma força, uma habilidade ou uma nova forma de ver o mundo).

Depois da tempestade sempre vem a bonança.

Depois de ter vivido um episódio de adversidade e quando as águas emocionais já estão mais calmas, você se dará conta de como isso pode fortalecer os seus princípios e os seus valores morais.



Você vai começar a desenvolver um conjunto de crenças e ideais sobre o que é correto e o que não é.

As adversidades podem aparecer na sua vida de diferentes formas, mas todas têm a mesma função: fazer com que você veja que deve reduzir a velocidade e o ritmo da sua vida, que deve se centrar nas prioridades para curar o que te incomoda e voltar ao seu equilíbrio emocional.

A adversidade vai te ajudar a entender o seu ambiente e a encontrar o verdadeiro caminho da sua vida, pois os obstáculos ajudam a tomar medidas para mudar algo que você quer e enfrentar os desafios que eles podem trazer.

Você poderá entender o seu próprio valor e o valor dos outros.

Nos momentos de adversidade, vão ficar do seu lado os amigos que realmente te amam e os familiares que realmente importam na sua vida.

No entanto, em última análise, é você que decide pela sua vida e você que faz as coisas acontecerem.

Por isso, quando houver uma adversidade, você deve ter a coragem de seguir em frente, mesmo quando tiver que lidar com isso sozinho.

A sua coragem vai te fortalecer o tempo todo e você vai aprender graças às circunstâncias daquilo que está acontecendo.

Às vezes, a adversidade pode fazer com que você saia para pedir a ajuda de outras pessoas.

Ao mesmo tempo, isso fará com que você se sinta agradecido, pois graças às suas mãos amigas, ao seu próprio caráter e à sua atitude, você vai perceber como é capaz de superar qualquer desafio ou adversidade que encontrar pelo caminho.

Não fuja das adversidades, você deve enfrentá-las para poder desfrutar o impacto que elas terão sobre a sua vida, você vai poder sair da sua zona de conforto e melhorar o seu estilo de vida.

Mas sabe qual é a única forma de desfrutar os benefícios das adversidades?

Tendo um coração feliz.

Se você se sentir feliz, vai poder mudar o mundo, com uma nova perspectiva das coisas e também aproveitar tudo o que é bom dos obstáculos que aparecem na sua vida.

Assim, você vai notar que embora a adversidade possa deixar a sua vida um pouco mais complicada, se você a
tratar com alegria poderá obter o máximo proveito dela.



sexta-feira, 26 de maio de 2017

♥ O FALSO CONFORTO DA MEDIOCRIDADE





Absolutamente tudo na vida é uma questão de escolha.

Até mesmo quando abrimos mão de escolher estamos escolhendo.

Cada uma de nossas atitudes, ou a falta delas, revela o calibre de nossa natureza.

Todas as nossas manifestações de apreço ou desdém expõem nossa maneira de funcionar em relação à nossa missão no mundo.

E, o nosso caráter, mais cedo ou mais tarde se revelará, seja por nossa iluminação, falta de escrúpulos ou mediocridade.

A despeito de nossa aparência exterior, que pode ou não concordar com a nossa essência, expelimos por cada um de nossos poros o veneno ou o antídoto que brota do núcleo de nossa personalidade original.

Somos o que somos; não importa o que façamos para disfarçar.

É no descuido que somos honestos.

É na falta de ensaio que acabamos apresentando o nosso real e legítimo espetáculo.

E, com o passar do tempo, nos apropriamos das situações, pessoas, cenários e, nos esquecemos de vestir os figurinos, vamos ficando relaxados, acomodados na falsa impressão de que já temos um lugar garantido nesse mundo.

Vagando eternamente num mar de calmaria e águas mornas, podemos nos acostumar facilmente ao confortável abraço da mediocridade.

Existe uma aparente segurança nesse lugar, a salvo das agruras que circulam os extremos.


Pode nos parecer normal tornarmo-nos imperceptíveis, transparentes, invisíveis.

É uma espécie de paz que se encontra nesse ponto da curva, sem o ardor da ambição e sem o peso de sustentar a atitude ética, sempre tão exigente em nossas mínimas decisões.

A mediocridade é um tipo de droga socialmente aceita.

Entorpece, amolece, destempera.

Sem nos darmos conta, surpreendemos nossa imagem numa superfície polida qualquer a nos sorrir de volta.

Um sorriso estampado, esculpido, congelado.

É até melhor que nem pensemos muito a respeito, pois se por uma ousadia qualquer decidimos querer lembrar o porquê sorrimos, corremos o risco de não achar motivo ou explicação.

Corremos o risco de não saber sorrir diferente daquela representação de nós mesmos no espelho.

O sorriso pronto e fácil é conquista de uma vida medíocre.

Os medíocres não têm pelo que chorar; não há perdas.

Nunca haverá o que perder para uma vida pautada no empate.

Nos inúmeros caminhos da vida cruzamos com faces impecavelmente lisas e ausentes de marcas.

São as faces sem rostos de pessoas pasteurizadas, que já vêm com rótulos de ingredientes e sugestões de uso.

Pessoas “bem-sucedidas”, cujo sucesso se relaciona ao próximo carro que precisa ser mais caro do que o atual; cuja alegria se mede pelas coisas que hoje podem ser compradas com o resultado do seu sucesso.

E corremos o enorme risco de acreditar que é isso o certo, que ser feliz é isso.

Corremos o perigo de vender o brilho nos olhos pra comprar a reluzente ostentação de uma vida cheia de “conquistas”.

Corremos o perigo de vender a emoção que tira o fôlego pra comprar uma janela de frente pro mar.

Tomara que a gente nunca se esqueça de que ter a janela, não nos dá a posse do mar.

E de que para ver o mar não precisamos possuir nenhuma janela.

A nossa trajetória nessa vida tão errante e incerta precisa estar fincada em valores que não sejam perecíveis, precisa ser construída sobre algo que nos mova e que faça de nós pessoas reais, necessárias.

A nossa trajetória precisa ser fiel a alguma coisa que exista lá fora, mas que tenha nascido dentro de cada um de nós.

O que nos orienta precisa ter a ambição de gerar felicidade além da nossa.

O que nos move precisa nascer de uma missão assumida para o bem de todos os que nos cercam, sejam de perto ou de longe, nesse imenso mundo.

Sejamos, então, caprichosos em nossos mínimos gestos, atitudes e ideais.

Façamos de nosso ofício a nossa fonte de alegria.

Escolhamos para viver uma vida plena.

Sejamos corajosos para escapar das armadilhas douradas que podem nos transformar em pessoas ansiosas pelo fim; o fim do dia, o fim do mês, o fim do ano.

Acreditemos na nossa capacidade de construir coisas valiosas pelo bem que elas encerram e não pelos bens que elas possam nos proporcionar.

Façamos cada uma de nossas escolhas de acordo com a crença de uma existência que vale cada instante de vida.

Porque viver sem riscos, sem comprometimento e sem entrega pode até ser menos arriscado, mas é também a maneira mais eficiente de tornar pequena uma vida que já é curta demais para o tanto que esse mundo precisa de nós.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

♥ RECLAMO, LOGO EXISTO!



O nosso esporte favorito é reclamar.

Quando buscamos interagir socialmente, seja com as pessoas do nosso convívio, com um desconhecido no elevador ou até mesmo contatos profissionais, reclamamos inconscientemente, o tempo inteiro.

Infelizmente já pode ser considerado um comportamento habitual, a menos que seja abusivamente exagerado e, já fazendo parte do consciente. Ou seja, você reclama mecanicamente.

"Fulano de tal favoreceu o outro no processo seletivo, ciclano atrasou na reunião dos investidores, beltrano é um invejoso."

É como se reclamar nos tornasse mais próximos uns dos outros, pois basta entrarmos em uma discussão em qualquer esquina e veremos que reclamar é mesmo um esporte, provocando até rivalidade acentuada.

Sim, as pessoas competem arduamente para ver quem pode reclamar mais.

Um indivíduo apresenta sua lamentação, mas o segundo integrante da discussão já acrescenta "Pior eu que..." e apresenta uma lamentação ainda maior.

Assim vão se afundando nas lamúrias e logo estão viciados.

Reclamamos do patrão que nos cobra produtividade, esquecemos que isso acontece porque estamos empregados.


Reclamamos do professor que passa trabalhos para casa, esquecemos que estudar é uma oportunidade que muitos não têm.

Reclamamos dos nossos representantes pela sua corrupção, e esquecemos que estacionamos na vaga do deficiente, usamos carteira de identidade falsa pra representar maioridade e entrar em festas, sonegamos impostos, ganhamos dinheiro no troco e não devolvemos, compramos produtos piratas, utilizamos sinais de televisão e internet através do famoso "gato".

Não é uma generalização, mas é nítido o poder do famoso "jeitinho brasileiro" na concepção do povo.

E quando nos falta motivos para reclamar, a necessidade de encontrar novos culpados faz com que buscamos, fora de nosso poder, situações irreversíveis, porém dignas da prática de reclamar.

Senhoras e senhores, eis o culpado dos culpados (supondo existir um possível ranking de culpas), o tempo.

O tempo nunca agradará a maioria das pessoas, é indubitável.

O que nos falta é a percepção do quanto a hipocrisia e a ingratidão estão nos afetando, tanto socialmente quanto física e psicologicamente.

Problemas como o mau humor, estresse, insatisfação e etc.. são cada vez mais frequentes, causando prejuízos sérios a saúde.

Precisamos praticar o desapego desse hábito negativo e investir nossas energias no desenvolvimento das soluções e, não dos problemas.

Buscar ser grato por tudo que temos é uma ótima alternativa para nos reinventarmos.

Afinal de contas, você acorda todos os dias e imediatamente tem duas opções:
Você pode se levantar de sua cama e sair cuspindo reclamações aos quatro cantos;

Ou pode demonstrar a gratidão por tudo que você tem e sair buscando o melhor de cada evento que atravessar o seu caminho.

A escolha é apenas sua.

Entenda que não é preciso reclamar para demostrar descontentamento com algo.

Tenha a percepção de que existem coisas que podem ser alteradas, e coisas que, feliz ou infelizmente, não podem.
Se, preciso for, comunique erros e não torne a pessoalidade maior inserindo culpas.

Há uma diferença quase nada sutil entre ambas atitudes.

O mundo pode ficar melhor se você fizer a diferença.

Não reclame.

Você continuará existindo.

♥ RECALQUE





Eis uma palavra que tem sido muito usada nos dias de hoje, porém, acredito que pouca gente saiba da abrangência do seu significado.

Recalque é sinônimo de repressão.

Significa rejeitar uma ideia, pensamento, desejo ou mesmo lembrança.

Atualmente, as pessoas têm se referido ao recalque como um manifesto de pessoas invejosas.

O indivíduo em questão, ao sentir inveja, seria então um recalcado, assim o recalque viria do impulso agressivo que toda inveja esconde.

Vocês também já devem ter visto aos montes, assim como eu, as manifestações nas redes sociais, nas quais as pessoas confessam ser alvo de invejosos e recalcados.


O que eu nunca descobri de fato é quem são esses indivíduos, visto que nós todos somos sempre as vítimas.

Nunca vi um invejoso ou recalcado confesso, mas se vocês ainda não sabem todos nós carregamos repressões, recalques e talvez alguma inveja.

São impulsos que fazem parte da estrutura da nossa mente e que precisam vir à consciência para serem trabalhados e superados.

Se você se preocupa muito com a inveja e o recalque alheio e acredita que ele seja sempre canalizado para você, é preciso criar um pouco mais de consciência da sua insignificância.

Nenhum de nós é o centro do universo.

Será que você é tão invejado assim?

Será que alguém vai de fato lhe fazer tanto mal?

Talvez um pouco de humildade possa acalmar seus ânimos.

Na maioria das vezes a pessoas muito preocupadas com a inveja são pessoas invejosas.

Tudo que lhe preocupa no outro faz parte de você.

Se você tem muito medo da inveja e acha que todas as pessoas são recalcadas e que você as incomoda, é porque o seu foco é esse, ou seja, você se defende de um impulso que sabe que existe - exatamente porque o tem.
Uma pergunta que quero fazer:



Será que você não age de modo a provocar a inveja e o recalque?

Será que os olhares invejosos não estão lhe dando algum tipo de prazer?

As redes sociais têm promovido possibilidades de exibirmos principalmente o que temos e que os outros não podem ter.

Seja o corpo, o local, ou até mesmo a comida; pessoas fazem questão de mostrarem-se.

Será que o que queremos de fato não é chamar a atenção?

Será que no fundo, mas bem lá no fundo a nossa mente não grite assim: "Morram de inveja, seus recalcados”!

Somos feitos de dois impulsos: o amor e a agressividade.


Amamos o que temos e, muitas vezes, agredimos o que não podemos ter.

Desejar o que é do outro é o manifesto da insatisfação consigo mesmo – e cá entre nós – como é difícil contentar-se com o que se tem em um mundo que se tornou uma vitrine de fotos fabricadas e de gente idealizada.

Eu, particularmente não acredito que a inveja tenha esse poder avassalador de destruir que muitos acham que tem.

Penso que ela faz mal sim, mas somente para quem a sente - o invejoso é um infeliz.



Invejar é querer ter o que não se tem, é querer ser o que não se é.

Invejar é acreditar que o que está fora é melhor, é se negar a olhar para dentro, a se relacionar consigo mesmo.

O recalque, a repressão são impulsos que adoecem.

Não existem vítimas nem vilões, somos apenas seres da mesma espécie, caminhando em busca do conhecer-se – ou seja, deixe a inveja e o recalque – digo - os seus e o dos outros para lá.

♥ A LIBERDADE DE SER



Há algum tempo, conversando com alguns amigos, dei-me conta de uma patologia social que está presente em quase todas as pessoas que ainda não conheceram a si mesmas: autossabotagem.

A partir do momento em que conseguimos identificá-la nas nossas vidas, percebemos a quantidade de escolhas, atitudes e caminhos seguidos que nos privam de equilíbrio, paz espiritual e, enfim, a tão almejada felicidade.

Quem nunca ouviu de outros - ou de si mesmo - “não adianta, eu sou assim”, “eu já tentei de tudo, mas nunca vou mudar”, ou ainda, “eu não gosto disso em mim, mas já me conformei”.

Para mim mesmo – que já falei diversas vezes – e para todos que insistem em aceitar o mínimo que podem ser, digo: somos outros todos os dias.

Temos a oportunidade de mudar quem somos e o que não gostamos em nós mesmos diariamente, e não há prova maior dessa escolha do que apenas estarmos vivos.

E digo a mim mesmo, ao acordar: seja a pessoa com quem você gostaria de estar junto, de quem você gostaria de ser amigo e, a pessoa com a qual você gostaria de se envolver.

Percebo nas pessoas uma grande dificuldade em assumir a responsabilidade pelas próprias decisões, palavras e reações.

Isso acontece porque diversas vezes atribuímos a uma força maior, todos os porquês que deveriam ser questionados a nós mesmos, por nós mesmos.

Dessa forma, por nos conformamos em nunca sermos perfeitos e insistirmos em cometer erros que muitas vezes, já sabemos quais são, encaramos a nossa própria “personalidade” como algo indiscutível, inerente e distante do que admiramos.

Com certeza você já olhou para alguém e pensou “como ela consegue levar a vida de uma forma tão leve?” ou “como eu gostaria de ser um pouco como ele...”.

Bem, você pode.
A vida dessas pessoas não necessariamente é mais fácil ou até mesmo diferente da sua, mas elas procuram alcançar, a cada dia, um nível de satisfação com quem são, com seus defeitos e qualidades, no qual você também deveria estar tentando chegar.

E não é fingir ser alguém que você não é para que os outros te vejam dessa forma, é ser exatamente quem você quer ser para si mesmo.

E amar isso.

E sentir.

E viver.

Não quer dizer que a vida não terá obstáculos, que sempre acordaremos lindos, amáveis e com um sorriso no rosto, mas a verdade é que muitos de nós – mas não todos, e excluo inteiramente as pessoas que têm depressão - escolhemos, sim, estarmos bem ou não.

Não felizes, mas bem.

Quando nos permitimos ficar bem, em harmonia, mesmo quando infelizes, abrimo-nos para que a felicidade esteja presente de novo; torna-se consequência.

A partir do momento em que nos privamos dos pensamentos que podem fazer mal, nos livramos daquele parafuso que entramos quando estamos tristes, confusos ou desesperados e percebemos que – olha, só! – temos controle sobre nós mesmos.



A autossabotagem acontece quando não nos damos conta dos nossos erros e os cometemos diversas outras vezes, porque achamos que não temos controle sobre as nossas próprias ações.

Porque achamos que sempre seremos a pessoa que cometeu os mesmos erros, quando, na verdade, crescemos a cada segundo e quem foi ontem, não é mais quem somos hoje.

A nossa essência influencia na forma com a qual escolhemos chegar onde queremos, mas não no que queremos por si só.

Esquecemos que essa mudança não é um processo incontrolável, mas acontece de acordo com as pequenas escolhas do cotidiano.

Escolhas essas, que dizem respeito a fazer o que nos faz bem, a nos envolver com quem nos acrescenta amor e paz, ir a lugares que realmente queremos ir, a não nos forçarmos em encontrar uma suposta felicidade que, na verdade, é alcançada enquanto a buscamos.

Evitemos essa sabotagem a qual nos submetemos.

Paremos de correr atrás de pessoas, situações e escolhas que sabemos que podem nos machucar; evitemos transmitir o compromisso que temos com nós mesmos - de sermos pessoas as quais amamos - à influência de algo desconhecido; fujamos de problemas que não nos permitem voltar a superfície quando imersos em dor.

Dê-se liberdade para ser quem você quer ser.

Sinta-se seguro com quem você é.

Seja.