terça-feira, 8 de agosto de 2017

♥ COMO ADQUIRIR A VERDADEIRA SABEDORIA



Era uma vez um jovem que visitou um grande sábio para lhe perguntar como se deveria viver para adquirir a sabedoria.

O ancião, ao invés de responder, propôs um desafio:

- Encha uma colher de azeite e percorra todos os cantos deste lugar, mas não deixe derramar uma gota sequer.

Após ter concordado, o jovem saiu com a colher na mão, andando a passos pequenos, olhando fixamente para ela e segurando-a com muita firmeza.

Ao voltar, orgulhoso por ter conseguido cumprir a tarefa, mostrou a colher ao ancião, que perguntou:

- Você viu as belíssimas árvores que havia no caminho? Sentiu o aroma das maravilhosas flores do jardim? Escutou o canto dos pássaros?

Sem entender muito o porquê disso tudo, o jovem respondeu que não e o ancião disse:

- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida; vivendo apenas para cumprir suas obrigações sem usufruir das maravilhas do mundo. Assim nunca será sábio.

Em seguida, pediu para o jovem repetir a tarefa, mas desta vez observando tudo pelo caminho.

E lá foi o rapaz com a colher na mão, olhando e se encantando com tudo.

Esqueceu a colher e passou a observar as árvores, cheirar as flores e ouvir os pássaros.

Ao voltar, o ancião perguntou se ele viu tudo e o jovem extasiado disse que sim.

O velho sábio pediu para ver a colher e o jovem percebeu que tinha derramado todo o conteúdo pelo caminho.

Disse-lhe o ancião:

- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida; vivendo para as alegrias do mundo sem cumprir suas obrigações. Assim nunca será sábio.

Para alcançar a sabedoria terá que cumprir suas obrigações sem perder a alegria de viver.

Somente assim conhecerá a verdadeira sabedoria.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

♥ CORAÇÕES DISTANTES



Vocês sabem por que quando estamos bravos gritamos cada vez mais alto, e quando estamos apaixonados falamos baixinho?

Um dia, um mestre budista fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

Gritamos porque perdemos a calma. Disse um deles.

Questionou novamente o mestre:

Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?

Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça. Retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar:

Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o mestre. 

Então ele esclareceu:

Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?

O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.

Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.

Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.

Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?

Elas não gritam.

Falam suavemente.

E por quê?

Porque seus corações estão muito perto.

A distância entre elas é pequena.

Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.

E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.

Seus corações se entendem.

Por fim, o mestre budista conclui, dizendo:

Quando vocês discutirem, não deixe que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

♥ PARA QUEM NUNCA TEM TEMPO




Tantas coisas são inventadas, tantas facilidades surgem para melhorar a qualidade da vida moderna e, cada vez mais, as queixas de falta de tempo são mais corriqueiras e, muitas vezes, inadmissíveis.

Certamente, muitos de nós já ouvimos a frase “Olhe, desculpe, estou meio sem tempo…”, muitas vezes usada para sairmos do caminho de alguém.

Esta falsa polidez é empregada como desculpa para declinar encontros, compromissos ou até um pequeno papo de corredor, um mínimo contato pessoal muitas vezes.

Neste caso, a realidade é que o tempo é usado como desculpa para não interagir e, assim, é melhor não analisar se a pessoa que dirigiu esta frase a você tem ou não tempo de fato e como esta pessoa gerencia seu tempo.

Encaremos a realidade, ela não quer interagir com você, mesmo que não custe nada a ela e isto é muito comum.

Deixemos estes casos de lado.

Pensando em quem de fato tenta ter tempo, mas só consegue ver mais e mais coisas por fazer, o melhor é pensar que não há nada para fazer, e deixar o que se deve fazer para o pouco tempo que temos.

O tempo precisa ser criado, precisa ser destinado a cada atividade e nunca se deve esperar que APAREÇA tempo para determinadas coisas da vida.

Assim, para aqueles que têm uma enorme dificuldade em gerenciar sua vida pessoal e seu tempo, o primeiro passo é “zerar”, fazer um “reset” da sua agenda mental para poder pensar que não existem coisas a fazer.

Depois de “zerar” tudo, fica mais simples pensar nas prioridades profissionais e pessoais e tentar balancear melhor as coisas, magoando menos as pessoas à sua volta e tendo uma melhor performance profissional, pois sua rotina de prioridades mentais estará mais organizada, seu nível de ansiedade diminuirá muito e tudo fluirá muito melhor em todos os âmbitos de sua vida.

O ser humano é um todo - não só trabalho, não só descanso, não só atendendo os outros.

Para muitas pessoas o trabalho é o preço que se paga pelo prazer, pelo adiamento, pelo fato de não ter investido tempo bastante para tentar obter resultado perfeito.

Já outras pessoas, trabalham e depois celebram ter trabalhado.

Ambas as atitudes podem ser extremamente opressoras em uma rotina em movimento.

É um erro ficar tentando equiparar trabalho e prazer, pois tudo tem seu tempo e sua hora.

Temos momentos de mais trabalho e momentos que urgem nossa presença em acontecimentos pessoais ou atitudes em prol de nossa saúde e bem estar.

Seu filho não fará aniversários mais de uma vez, nem seu casamento.

Um infarto iminente não espera nem um câncer em evolução.

Uma chance de ser promovido ou ter um cargo melhor pode não aparecer duas vezes e tudo tem seu peso e seu momento.

O segredo dos dias é balancear o que queremos ocupar para nossa vida profissional e pessoal e o que os outros querem de nós.

O único momento que temos de verdadeiramente real é o AGORA e precisamos rentabilizar um tempo que é finito.

Ao lembrarmos que o tempo acaba, damos mais valor à vida e ao que acontece paralelamente à rotina.

Vivemos em um tempo em que todos têm algum projeto que engole tudo que está ao redor, somos todos empreendedores de nossos papéis no mundo, rápidos como locomotivas e sempre com ocupações urgentes, ainda que imaginárias.

A fim de nos justificarmos perante nós mesmos, justificando nossa ausência no mundo, damos ares de uma agitação febril, de uma empresa que trabalha a todo vapor e que prospera, sendo inadmissível parar para qualquer tipo de reflexão.

E nunca somos culpados de nada...

É o chefe, é filho, é a esposa, é a família, é um problema qualquer, nunca nós.

O tempo, enfim, nada mais é que a evolução das coisas e é bom lembrar que todas as coisas acontecem ao mesmo tempo para todas as pessoas.

Nasce um filho de um, outro divorcia, você é promovido, seu colega é demitido, um parente falece, etc.

Tempo livre não significa repouso, mas sim, a liberdade de fazermos o que queremos.

Noite e dia são opostos porque são tempo e tempo não se divide.

Hoje é hoje, o resto é futuro e passado, que nunca mais vai ser e é imutável.

Pode ser extremamente doloroso viver o hoje, mesmo em tempos felizes, mas o real e imediato se impõe.

O hábito de nunca ter tempo anestesia e quem nunca tem tempo para o que ocorre fora do seu empreendedorismo, deve “zerar” sua agenda mental e se perguntar: 

“o que importa para mim no tempo que me resta?”.

Para as coisas que importam, a noite deve virar dia, qualquer dia é dia e qualquer momento é uma oportunidade de fazer acontecer.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

♥ ESTOU VELHO DEMAIS PARA RECOMEÇAR



Quando éramos crianças ouvíamos muito:
“O que você vai ser quando crescer?”
Mas assim que crescemos e nos tornamos adultos começamos a pensar:
“O que eu sou de verdade?”
Os anos se passam e então nos perguntamos:
“Que tipo de pessoa me tornarei quando envelhecer?”
Já ouviu ou leu sobre a ilustração da nota de cem Reais?
Ela é perfeita para ilustrar o valor que cada ser humano possui, independente de sua idade.
Se achássemos na rua uma nota de cem Reais, mesmo rasgada e amassada, nós não a ignoraríamos.
Não a deixaríamos jogada lá porque estava suja, velha e surrada.
O mesmo acontece conosco.
É claro que os anos virão, as rugas surgirão e o corpo se dobrará ao tempo, mas assim como a nota de cem Reais, mesmo velha, continua valendo cem Reais, não importa a nossa condição física, nós somos importantes e ainda possuímos o nosso valor.
As dificuldades podem nos desestabilizar, mas não podemos desistir de nossos sonhos, chorarmos as nossas mágoas e abandonarmos a nossa vontade de viver.
Assim que encontramos uma nota de cem reais velha, desdobramos ela com cuidado e ajeitamos com delicadeza para que ela não seja destruída por completo.
Ninguém rasga uma nota de cem reais, mesmo velha.
Mas o que dizer de nós?
As vezes surramos o nosso corpo, a nossa maneira de encararmos os nossos problemas e as nossas ansiedades.
Pensamos que estamos ultrapassados e velhos para recomeçarmos.
Neste caso, por que rasgarmos a nossa autoestima e o nosso amor próprio e danificarmos os nossos pensamentos positivos e construtivos?
O mais sensato seria pensarmos com carinho no que podemos fazer de melhor, irmos em busca de novos ares, novas pessoas e novas amizades.
Só podemos descobrir o valor que possuímos quando não perdemos mais tempo precioso com pessoas que não nos valorizam.
Será melhor reservarmos um tempo só para nós mesmos.
Será melhor entendermos que envelhecer é um processo natural da vida e que esta fase poderá ser vibrante e bonita, basta que cultivemos e preservemos o nosso amor próprio.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

♥ E SE POR UM INSTANTE



Em apenas um instante, em uma pequena parcela de tempo, podemos mudar o resultado das injustiças que são cometidas contra nós todos os dias.

E se por um instante controlássemos o nosso ego e fôssemos à procura de novos amigos?
E se por um instante abandonássemos por completo todo o mal?
E se por um instante falássemos apenas uma língua?
E se por um instante dominássemos as nossas emoções mais violentas?
E se por um instante toda disciplina se transformasse em um gesto de amor e carinho?
E se por um instante, abandonássemos as nossas diferenças?

E se por um instante a compaixão prevalecesse para com os inocentes?
E se por um instante a nossa honestidade sufocasse as nossas maiores tentações?
E se por um instante meninas e meninos não precisassem vender os seus corpos?
E se por um instante, disséssemos apenas verdade?

E se por um instante os nossos filhos olhassem em nossos olhos para nos ouvir?
E se por um instante as brincadeiras e o bem estar fossem mais alucinógenos do que as drogas?
E se por um instante, voltássemos a ser uma grande família?

E se por um instante acordássemos no meio da noite sem uma notícia ruim?
E se por um instante todos os nossos pesadelos se transformassem nos sonhos mais lindos?
E se por um instante você pensasse diferente de todos?

E se por um instante, os cercados caíssem ao nosso redor?


E se por um instante você apenas se perguntasse:


“E se por um instante eu fizesse o meu mundo melhor?”


♥ A ÁGUIA QUE NUNCA VOOU



Em uma caverna ao norte da Sibéria existia uma águia que nunca aprendera a voar de verdade.
Desde pequena foi aconselhada por sua mãe a não arriscar-se penhasco abaixo.
“Águia, você não pode voar porque os picos altos e íngremes querem o seu sangue”, dizia a mamãe águia.
Um dia a mamãe águia sentiu a ausência da filha.
Notou que a pequena águia estava batendo as asas insistentemente.
 “Minha filha. Aventurar-se no voo pode te matar. Feche estas asas”, disse a mãe.
Passou-se um determinado tempo, e a pequena águia estava brincando com um rato.
Ela bicava e rodopiava o rato no ar.
Sua mãe a repreendeu:
“Águia, você não pode caçar porque lá fora tudo é perigoso e hostil. Animais maiores do que você podem lhe devorar! Aqui dentro você está protegida, aquecida e segura”.
Dentro da caverna a pequena águia começou a dar pequenos voos entre uma pedra e outra, quando se chocou contra a parede.
Sua mãe com voz séria e áspera disse:
“Percebeu minha filha? O chão é o lugar mais seguro onde você deve estar. As suas asas não significam absolutamente nada. Esqueça-se delas”.
A pequena águia foi dormir pensando naquelas palavras.
No fundo da caverna havia restos de antigas ossadas de animais.
A pequena águia começou a arrancar as fibras da carne colada ao osso.
Sua mãe disse:
“Filha, largue, isso! O seu alimento precisa ser doce e macio. Tome isso, coma-o. Aproveite que está quente”.
Satisfeita após a refeição foi brincar de agarrar a sua mãe pelo pescoço.
“Minha filha, você está me machucando. Apare estas garras. Elas podem lhe ferir ou machucar outros”, respondia a sua mãe em sinal de repreensão.
E assim a pequena águia foi crescendo, e sua mamãe, a pessoa que ela mais confiava dizia-lhe:
“Águia, vá até a ponta da caverna, ou até o alto do ninho, mas jamais pense em pular. São mais de dois mil metros”.
“Águia, deixe o trabalho pesado para os animais ruminantes”.
“Águia, deixe a luta para as feras que estão em terra”.
“Águia, você nasceu para ser a melhor guardiã dessa caverna. Nunca saia daqui”.
“Águia, o que for que pensardes em fazer saiba que alguém já fez antes que você. Não se desgaste. Não vale a pena”.
“Águia, a vida passa mais rápido que você possa acompanhar, e um lugar melhor está para surgir e mudar tudo para melhor. Apenas tenha fé”.
Depois de um tempo a pequena águia crescida começou a adoecer.
A mamãe águia ficou muito preocupada, porque não queria ver a sua filha naquela situação.
Para não deixar a filha chateada passou a dar vários incentivos à mesma.
“Águia, não se preocupe com suas penas que estão caindo. São apenas transformações ocorrendo em seu corpo e mostrando como você é de verdade”.
“Águia, o seu bico está amolecendo. Coma coisas ainda mais macias e doces para preservar este bico”.
“Águia, os seus pés ficaram lindos sem as garras. Estão suaves e macios”.
“Águia, a sua pele é rosada semelhante a uma linda rosa”.
“Águia, você engordou. Parabéns, está se alimentando bem”.
Sua filha não entendia porque só devia andar, ficar deitada, comer, dormir e nunca sair daquele local.
Sua mãe lhe disse meigamente:
“Minha filha, não se preocupe do porque viemos parar num local alto como esse. Na realidade as águas do mar baixaram e não deu tempo de sairmos porque ainda não havíamos nascido”.
“Filha, você é minha fiel parceira. Todos estes anos nossa amizade foi muito verdadeira”.
Com isso a saúde dela foi piorando ainda mais. E novamente sua mãe a tranquilizava.
“Filha, a sua respiração está diminuindo. Isso é bom. Significa que você está sobrevivendo com menos oxigênio neste lugar inóspito”.
“Filha, os seus olhos estão permanecendo mais fechados. É indício de que você precisa dormir. Aproveite e descanse mais um pouco”.
Até que um dia a mamãe águia chamou:
“Filha, filha, acorde!”
Nenhuma voz, nenhuma respiração, nada, apenas o silêncio e o vento batendo na entrada da caverna.
Sua mãe achou muito estranho as razões e os motivos dela não estar acordando, quando bateu o desespero e gritou do alto daquela caverna naquele local deserto:
“Não me deixe, filha!”
“Não entendo o que deu errado!”
“Você tinha tudo, amor, carinho, proteção, segurança, lições de vida, orientação e disciplina. Tudo isso só lhe fazia bem”.
“Aonde eu errei?”
“Como pôde ter feito isso comigo?”
“Cuidei tanto de você”.
Neste momento um pedaço de cristal liso como um espelho despencou do alto da caverna e caiu em pé, ficando de frente com a mamãe águia.
Ao olhar para o reflexo no espelho, ela se deu conta de que não era uma águia, mas uma salamandra, sem penas, sem asas, sem bico e sem garras.
Assim a mamãe salamandra chorou a perda daquela que ela achou que era a sua filha e num sinal de arrependimento profundo pulou daquela caverna.
Chocou-se lá em baixo e foi rapidamente tragada pela luz do sol.

Você permite que outros o boicotem?

Esse é o fim dos que se deixam levar pela opinião de outros, ou daqueles que querem manipular outros.
Quantas vezes as ideias daquela águia foram descartadas pela salamandra.
As duas se enganavam.
Enganavam a si mesmas.
Quantas vezes aquela águia foi aconselhada pela salamandra que pensava no melhor dela, sendo que aqueles conselhos traziam apenas males.
Afinal, o melhor da salamandra não era o melhor para a águia.
Uma grande águia morreu porque se comportou como uma salamandra.
Aquela pequena águia nunca havia voado de verdade.
Nunca havia caçado.
Não cresceu moralmente.
Não descobriu o mundo em sua volta porque a visão dela era tão limitada ou míope quanto aquela que ela achou que era a sua verdadeira mãe.
Quantas vezes pessoas tentam lhe condicionar a achar que tudo só tem uma única ótica, um único ponto de vista, uma única explicação?
Quantas vezes as pessoas querem tirar de você os sonhos e a sua potencialidade?
Quantas estão desacreditadas e querem que você se sinta assim?
A sua mãe pode ser o seu superior, o seu trabalho, a sua religião, as pessoas com quem você convive.
É claro que eles querem o seu melhor, mas isso é para o seu bem?
Se descobrir que não, pergunte-se:
Acredito no poder de minhas asas?
Acredito na força de minhas garras?
Tenho confiança em meu bico?
Então o que eu estou esperando?
Voe, voe, voe!
Pule do ninho!
Saia da caverna!
O mundo lhe espera.
Pessoas querem lhe conhecer.
Trocar experiências com você.
Não desperdice as oportunidades.
Você nasceu para vencer, nunca deixe de acreditar nisso.
Descubra quem você é, o que você é de verdade, e não o que as pessoas querem que você seja.
A sua fonte de inspiração precisa lhe empurrar para frente, para o seu melhor, sempre.