sexta-feira, 29 de abril de 2016

♥ O seu destino está nas suas mãos


A alma não controla somente o que está dentro da gente; ela rege tudo o que está ao seu redor. É isso mesmo, o destino está nas suas mãos. Temos uma visão que nos coloca sempre como vítimas da nossa vida. Vítimas da genética ou, como dizem os psicólogos, da influência dos pais, da educação.

Essas influências existem e até certo ponto são importantes, mas não são determinantes do nosso destino. Somos seres eternos. Viemos nos constituindo a partir de muitas experiências, trazendo bagagem e conhecimento. Na verdade, nós influenciamos nossa genética, nosso meio. Ou podemos ser influenciados, dependendo da maturidade de cada um. Uma pessoa menos experiente, por exemplo, se deixa influenciar mais.

Ignorantes ou não, todos têm o poder. O que você não pode perder de vista é que não importa a vida que teve no passado. Todos temos o poder de decidir. A gente está smpre escolhendo. Agora mesmo, você está optando entre prestar atenção neste texto ou dar vazão aos pensamentos que passam pela sua cabeça.

Precisamos entender, também, que 10% desse nosso controle está nas mãos do “eu” consciente. Os 90% restantes são controlados por outro centro que a gente conhece como alma, como si mesmo. Esse centro coordena a vida de todo o seu corpo – físico, mental, espiritual etc.

Religiosamente, dizem que é o nosso Buda interior. E a alma não controla somente o que está dentro da gente; ela rege tudo o que está ao seu redor. Está ligada ao cosmo. Por ser vasta, a alma tem poderes ilimitados e pode lhe dar tudo.

No entanto, fomos educados ouvindo a história de a vida ser dura, conquistar o que se quer com muito esforço. Por educação ou por conceitos religiosos, tudo é difícil. Alma não, gente. Alma quer tudo de bom da maneira mais fácil.
Preste atenção: hoje, o conceito do grande homem é uma fantasia e está atrapalhando o que a alma quer fazer por nós. Na verdade, o homem vive no inferno, cheio de medos e na paranóia do que pode acontecer. 
Os pensamentos ruins são incontáveis. Isso significa que ele não tem a menor confiança nos 90%. Coragem vem da alma. Vontade vem da alma. E a gente não a escuta!

A natureza nos deu a alma para que possamos saber o que fazer. Ela nos orienta por dentro. O raciocínio é importante, mas não é tudo. Não é ele que dirige, que faz a sua vida funcionar. A alma procura outros meios para falar o que está certo. Você pensa que as pessoas à sua volta estão lá por acaso? É para você enxergar algumas coisas.

Se, no momento, estiver passando por maus bocados, mais pra frente dará certo. Situações difíceis pelas quais a gente passa são lições da alma. Ela está tentando fazer com que mudemos algumas coisas para levar adiante e tomar novos passos. E como ficar do lado da alma? Como ouvi-la e atendê-la? O que fazer para a alma fazer o seu trabalho?

Sendo você mesma. Confie no próprio taco, não faça tipo para agradar ninguém, não dê ouvidos aos outros, faça o que gosta. Quem está bem consigo, se realiza. Quando você se põe confiando, se dando, a abundância surge. O sucesso será apenas uma conseqüência…

quinta-feira, 28 de abril de 2016

♥ A Cultura ao Medo




Aflição vem do medo de um fracasso. 
Até que ponto podemos deixar este "Medo" imperar em nossas vidas. 
Tomar a frente de tudo e ser o carro chefe de todas as nossas decisões. 
Chega-se ao ponto de ter medo de ser feliz antes mesmo de ser feliz, por medo de perder a felicidade que ainda nem chegou!!! Pode?

Uma mentalidade medrosa associada à culturas religiosas  que suscitam o medo, podem trazer sérias conseqüências e muitos sofrimentos ao longo de nossas vidas.

Acabam pela raiz com qualquer tipo de felicidade que possa estar nascendo.

Vejamos algumas expressões que se fundamentam no medo e que nem mesmo percebemos.

Nos prendemos a materiais por necessidade de tê-los e depois temos medo de perdê-los.

Nos embelezamos para ficarmos bonitos ou para nos sentirmos bem. No entanto, existe o cuidado para não cairmos na crítica popular. Temos medo de sermos cafonas, de não conseguirmos atrair atenção ou de não causar uma boa impressão.

Até mesmo o próprio esforço, muitas vezes é feito simplesmente pelo medo de fracassar e não por um verdadeiro sucesso. 
É sadio um esforço assim? 
Pode se gerar até mesmo o resultado almejado, mas a satisfação interna não será a mesma, pois apenas saciou o medo, que ainda permanece ali dentro.

É realmente um círculo vicioso que só pode ser interrompido por uma outra cultura, não meramente afirmativa ou tipo auto-ajuda pensamento positivo. 
Mas sim, que nem mesmo negue a sua origem benevolente e, que principalmente seja capaz de elevá-lo ao seu mais alto estado humano, a iluminação.

O medo só se perde sendo enfrentado e vencido. 
A arma é a fé no Gohonzon e na recitação do Nam Myoho Rengue Kyo que conduz à iluminação, estado que está totalmente além de todos os nossos medos e fraquezas.

Orar ao limite máximo da vida.

Orar até o último momento da vida. 
Orar até o último suspiro. 
Na maioria das vezes assim é interpretado. 
Todavia, a mais correta interpretação é "Apostar a sua vida na oração", afinal a vida é tudo que nós temos, e não a morte.

Ou seja, é um estado de plena consciência que, pela fé, só se alcança em vida, em plena vivência e que se manifesta nos momentos mais cruciais dessa etapa da vida. 
Sem a interferência de "Medos e Receios" passa então a significar um verdadeiro e consciente recomeço, só que como um verdadeiro ser altruísta que vive a eternidade em função de conduzir os seres à iluminação do Nam Myoho Rengue Kyo.

Só uma verdadeira "Garantia" pode livrá-lo do medo!

É claro que tem que acreditar na garantia e não criar mais medos em cima da mesma! 


Nunca se viu um mundo com tantos negócios que não vendem nada, apenas uma garantia. 
Ou seja, que se baseia na insegurança (seja ou não fundamentada) do segurado. 
Seguro saúde. Garantia de assistência técnica. Seguro de vida. Previdência privada. Garantia de satisfação ou seu dinheiro devolvido etc. 
Todo o tipo de contrato ou certidão que existe, também é um tipo de garantia que achamos que adquirir, justamente para podermos cobrar quando algo não der certo, ou dar garantia a alguém que tem medo de ser passado para trás.

Não devemos acreditar em sentimento ou ensino que nos dá uma garantia no futuro, daqui a dez anos ou até mesmo num paraíso que parece ser muito mais distante ainda. Garantia é algo que realmente por si só seja a garantia, isso sim é garantido. Esse é o Nam Myoho Rengue Kyo que praticamos e que nos traz a iluminação imediata.

Muitas vezes achamos que iluminação é um estado de graça avançado, simplesmente difícil ou aparentemente impossível de se alcançar. Mas isso é o medo que temos devido às nossas limitações.

Mas pra que medo se temos a garantia! Quando nos entregamos ao Gohonzon a iluminação ocorre no exato momento. 
Ainda dúvida? 
Ou será que tem medo de acreditar? 
Não há necessidade de sentir-se aflito ou insatisfeito diante de tamanha garantia.

A iluminação não é um estado de perfeição mental ou magnífico condicionamento físico, mas sim um pleno estado de entrega e devoção.

♥ Os dois pilares: a Sólida Filosofia e o Juramento



Dois pilares da felicidade absoluta

Onde são encontrados tais pilares?
Esses pilares existem no Budismo de Nitiren Daishonin. O Buda apresentou às pes­soas a mais profunda das filosofias e, por meio de sua postura, demonstrou o que significa viver baseado no Juramento.
O pilar da Sólida Filosofia
O Budismo Nitiren possui essa Sólida Filosofia porque oferece um caminho seguro e direto para as pessoas comuns atingirem o estado de Buda no momento presente, desconsiderando as circunstâncias em que elas vivem.
O pilar do Juramento
Para o Budismo Nitiren, Juramento é o ponto de partida de todas as mudanças. Fazer um juramento significa mudar a si próprio e assumir a responsabilidade pelo futuro. Em outras palavras, é o poder que permite atingir a iluminação no presente. Em razão desse poder, naturalmente é possível inspirar outras pessoas a seguir a Sólida Filosofia. Esta é a vida de uma pessoa que vive no estado de Buda.

Função maléfica

Alguns podem imaginar que o estado de Buda esteja distante da realidade. Existe uma tendência de pensar no Buda como um ser transcendental, isto é, separado ou diferente dos mortais comuns. Essa concepção, há muito arraigada, faz as pessoas não acreditarem no princípio da iluminação universal. Esse sentimento descrente é a principal função maléfica a ser combatida.
Contra a maré
Na sociedade, essa visão errônea é fartamente ensinada. Por exemplo, muitos não conseguem imaginar uma realidade diferente da atual, o que gera um sentimento de impotência. Só de imaginar que é preciso remar contra a maré, a energia se esgota. Então, as circunstâncias são aceitas da forma como se apresentam.
“Tranquilo desespero”
Ao depositar esperança, fé e força em algo externo, a pessoa vive à espera de que as circunstâncias mudem sozinhas. Se isso não ocorrer, a responsabilidade não é dessa pessoa. De forma cômoda, o pensamento dela é o de ter a quem ou a que culpar. Alegremente, ela vive com a “consciência limpa”, levando tudo num “tranquilo desespero”. Afinal, nada vai mudar, pois a infelicidade criou raízes. Entretanto, surge a falsa afirmação: “Estou bem comigo mesmo”.
Calúnia contra a Lei
A pessoa que vive baseada na ilusão citada anteriormente aumenta o caos que impera na sociedade. Viver assim é viver fora do ritmo fundamental do Universo, ou seja, é a própria “Calúnia contra a Lei”.
Por que calúnia?
Porque impossibilitado de atingir a iluminação, o indivíduo vai tentar impedir os outros de alcançarem essa condição. Isso é o oposto da Sólida Filosofia.
“‘Calúnia contra a Lei’ significa difamar o ensino correto, e deriva da incredulidade ou da dúvida nesse ensino. ‘Ensino correto’ refere-se ao Sutra de Lótus, que expõe a iluminação de todas as pessoas. (...) É também difícil para as pessoas acreditarem em seu potencial para atingir o estado de Buda, em função da própria experiência de vida. Quando uma pessoa se encontra numa situação crítica, não consegue imaginar que alguém com um sofrimento semelhante ao seu possa chegar a ser Buda. Contudo, quando as coisas estão tranquilas, ela tende a pensar que não há necessidade de buscar a iluminação ou atingir o estado de Buda, pois está feliz. Portanto, é raro uma pessoa abraçar a fé no ensino correto. Consequentemente, pelo fato de a ideia da iluminação universal ser tão difícil de acreditar, muitos se inclinam a religiões autoritárias, que promovem a ideia de um deus ou de um buda transcendental, ou impõem a instituição sacerdotal como intermediação imprescindível entre as pessoas e os seres supremos. Quando um praticante do Sutra de Lótus — disposto a se empenhar para que todos possam atingir a iluminação — aparece numa sociedade onde predominam essas ideias religiosas, muitas pessoas que são apegadas às suas crenças reagem com hostilidade, e passam a perseguir quem realmente pratica o ensino correto” (TC, edição nº 443, julho de 2005, p. 46).
Daisaku Ikeda

Por que o juramento é importante?

Porque evita a “calúnia contra a Lei”. Aceitar o Gohonzon, por si só, não garante que a iluminação será atingida. Mesmo com a prática, se não houver o comprometimento com a mudança, de nada vai adiantar. Agindo assim, a pessoa viverá novamente num “tranquilo desespero”.
Juramento não é promessa
Promessa é condicional. Só é paga depois de recebido o benefício. Juramento é diferente: a pessoa se compromete a fazer algo e cumpre, independentemente do que aconteça.
Juramento e fé
O poder da fé é pré-requisito para cumprir o Juramento. Essa fé é fidelizar, harmonizar e comportar-se de acordo com a Lei.
Fé não é crença
Crença é “acreditar no escuro”, sem ter certeza e, simplesmente, esperar por mudanças. Uma oração com fé é alegria, revitaliza e tem resposta rápida. Uma oração baseada na “crença” é “uma austeridade angustiante e sem fim”, difícil e desanimadora. A crença não tem resposta, pois ela deixa de ser uma oração em seu verdadeiro significado.
Só o Juramento basta?
Não. Transformar a si próprio é mudar o estado básico de vida para o estado de Buda. Por isso, é necessária uma filosofia compatível com o estado de Buda. Em outras palavras, o Juramento tem de ser o mesmo Grande Juramento do Buda.
Qual é o Grande Juramento do Buda?
É dedicar a vida ao Kossen-rufu. Inclui a felicidade do indivíduo e a das demais pessoas, a começar pela que está diante de si. Ao pôr o Grande Juramento em prática, surge o respeito e a confiança nos outros, sem nunca desistir deles nem de si próprio.
A fé na Lei Mística
Ter fé no Budismo Nitiren é ter fé na Lei Mística e no potencial das pessoas. Conforme descrito nos sutras, a sabedoria do Buda é insondável e nasce do solo do Grande Juramento. Essa sabedoria só é manifestada pelas pessoas comuns por meio da fé na Lei Mística.
Nitiren Daishonin escreveu:
“Jamais pense que os oitenta mil ensinos sagrados aos quais o Buda Sakyamuni dedicou toda a vida e que os budas e bodhisattvas das dez direções e das três existências se encontram separados do senhor. A prática dos ensinos budistas não o livrará do sofrimento do nascimento e da morte se não compreender a verdadeira natureza de sua vida. Se buscar a iluminação fora de si, então, mesmo que realize dez mil práticas e dez mil boas ações, tudo será em vão. É o mesmo caso de um homem pobre que passa dia e noite contando a riqueza do vizinho e que não consegue obter sequer um tostão para ele próprio”.
(END, v. 1, p. 2)

O juramento seigan

Um Mestre do Kossen-rufu é a pessoa que baseia a vida nesse Grande Juramento. O presidente Ikeda é o Mestre que demonstra por meio das ações a nobre forma de viver a seus discípulos. Assumir a decisão do Mestre como causa dos próprios esforços é o Juramento Seigan, que rompe com as correntes do carma. O Juramento Seigan é capaz de fazer a vida se abrir para a Lei Mística.
A oração da unicidade
A oração baseada na unicidade de mestre e discípulo é a oração que transforma. Mesmo sem entender, à medida que se vive nessa sintonia, o Juramento se torna um desejo. Quando isso acontece, a pessoa passa a desejar o Kossen-rufu como um objetivo de vida e, assim, assume naturalmente um modo de vida iluminado.
As correntes do carma
Uma pessoa presa às correntes do carma vive focada unicamente nos efeitos do presente, originados nas causas do passado. Ela nunca se desenvolve, porque a vida segue um ciclo interminável. Romper tais correntes com o Juramento Seigan significa ter em mente que todo instante da vida é uma causa para o futuro.
Confirmando
Juramento Seigan é a firme determinação de fazer que todo instante seja uma causa para o dia de amanhã.
Para uma oração correta
“Para acender uma fogueira, são necessárias três coisas: um bom pedaço de aço, uma boa pederneira e um bom material inflamável. O mesmo vale para a oração. Três coisas são requeridas — um bom mestre, um bom praticante e uma boa doutrina — para que as orações sejam eficazes e os desastres banidos do país” (END, v. 6, p. 219).
Nitiren Daishonin

Concluindo


O presidente Ikeda orientou: “Independentemente do que tenha ocorrido no passado ou o que esteja ocorrendo agora, nós podemos fazer uma nova causa no presente — uma verdadeira causa embasada na Lei Mística, que é a causa mais forte de todas — e redirecionar o curso atual da vida. Nossa fé nos dá o poder de continuar a avançar vitoriosamente por um futuro radiante”.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

♥ EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA PARA A PRÁTICA DA FÉ



Há uma explicação científica para a prática da fé.

Poderia explicar cientificamente o efeito produzido sobre uma pessoa quando recita o Nam-Myoho-rengue-kyo diante do Gohonzon?

Antes de mais nada, recitar o Nam-myoho-rengue-kyo diante do Gohonzon é uma “conversação” entre a energia que existe intrinsecamente na vida do universo e na do homem; um fenômeno de interação entre a vida individual e a vida universal. 

A compreensão da vida humana não é total no estágio atual da ciência mas se esta se desenvolver de maneira notável poderá explicar parcial e teoricamente o fenômeno “vida”. 

Neste plano, há o que se chama de ritmo biológico: todos os seres vivos tem um ritmo constante que lhes é próprio e que se harmoniza com o da natureza.

Em sua obra intitulada Argumento Geral sobre a Medicina, o Dr. Sawagata, da Universidade de Osaka, diz: “Cada um possui em si sua própria vida, que é por consegüinte a razão de ser de sua individualidade. 

Em outras palavras, a vida parece uma onda que é parte integrante do imenso oceano da vida universal… 

Diz-se que é preciso dar a força da vida à cada homem, mas isso deve despertar nele a consciência da existência desta grande vida da qual cada vida é um elemento.”

Esta frase explica que cada ser vivo possui um ritmo constante e próprio harmonizando-se com o da natureza.

O aspecto real da vida humana é de um lado, possuir a unidade interior animada por este ritmo biológico que se pode qualificar de “força motriz” e, de outro lado, desdobrar uma força ativa com respeito ao mundo exterior. 

Quando se busca em profundidade a razão de ser da vida e a fonte original da energia vital, pode-se chegar à concepção da vida do Universo. 

Eis o que é a filosofia da Lei Budista.Por outro lado, a energia-vital, que brota da fonte original e criadora da vida do universo, possuiu sempre a força motriz e a força da ação.

Estas duas forças são capazes forte e rapidamente, de ampliar o ritmo da vida ao nível do universo; seguramente, no Gohonzon, esconde-se a energia fundamental da vida que enche este universo. 

A recitação do Nam-myoho-rengue-kyo é o meio de prática a fim de provocar uma ligação com o Gohonzon, em nível de ação humana. 

E é por isso que quando se pratica diante do Gohonzon empenhando todo o ser, a corrente da vida original do universo penetra na vida humana, fortificando a força motriz e a força da ação que aí existem intrinsecamente, dando-lhes o caráter de forças positivas. 

Por assim dizer, a recitação do Nam-myoho-rengue-kyo tem por finalidade captar a energia original da vida do universo instaurando firmemente o ritmo da Lei Mística na vida humana. 

Em conseqüência, fortificando estas duas forças, uma boa saúde poderá ser adquirida graças à harmonia física do corpo adaptando-se bem ao ritmo da natureza.

Por outro lado, no domínio espiritual, poder-se-á manter um discernimento perfeitamente rigoroso e um raciocínio claro. 

Segundo a experiência médica, é possível por exemplo, pela audição contínua de um certo som, provocar a mudança do PH no sangue, acarretando assim uma modificação favorável ou desfavorável no corpo. 

Portanto, pela recitação do Daimoku, e graças ao seu ritmo harmonioso, pode-se favoravelmente manter o sangue a um grau de PH que convenha à vida.

Os músicos dizem que o Daimoku possui o compasso a 6/8, considerado um dos mais agradáveis. 
Pode-se dizer que o ritmo do Daimoku é, de modo notável, ao mesmo tempo o ritmo da natureza e o ritmo da vida humana.